Oferta & Demanda

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Oferta Interna de Energia

Dados do Balanço Energético Nacional referentes a oferta de energia primária anual (em milhões de toneladas equivalentes de petróleo). Nos últimos vinte anos, a participação relativa do gás natural oscilou acima de 10%, com maior contribuição nos anos de crise hídrica pela maior geração termelétrica (2013-15 e 2021).
Granularidade do dado: anual

Oferta Interna de Gás Natural

Dados do Anuário Estatístico da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) referentes ao nível de reinjeção por tipo de reserva, localização e por estado da federação. Os dados do tipo de reserva referem-se ao grau de certeza dos recursos. Reservas possíveis e prováveis tem menor grau de certeza do montante em relação às reservas provadas, cujo dimensionamento já foi comprovado com perfuração dos reservatórios. Em 2024, o Brasil possuía cerca de 545 bilhões de metros cúbicos de reservas provadas e 195 bilhões de prováveis ou possíveis, 85% do total em recursos offshore (no mar). O Estado do Rio de Janeiro reúne a maior parcela das reservas totais, cerca de 545 bilhões de m³.
Granularidade do dado: anual

Reservas Totais

Dados do Anuário Estatístico da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) referentes ao nível de reinjeção por tipo de reserva, localização e por estado da federação. Os dados do tipo de reserva referem-se ao grau de certeza dos recursos. Reservas possíveis e prováveis tem menor grau de certeza do montante em relação às reservas provadas, cujo dimensionamento já foi comprovado com perfuração dos reservatórios. Em 2023, o Brasil possuía cerca de 517 bilhões de metros cúbicos de reservas provadas e 188 bilhões de prováveis ou possíveis, 85% do total em recursos offshore (no mar). O Estado do Rio de Janeiro reúne a maior parcela das reservas totais, cerca de 520 bilhões de m³.
Granularidade do dado: anual

Relação Reserva/Produção

A relação entre reservas provadas e produção bruta oscilou nos últimos anos abaixo de 10 anos. Já a relação entre reservas provadas e produção líquida (de reinjeção) retornou ao patamar de 2016, com cerca de 20 anos. A razão entre reservas e consumo total se também se aproximou de 17 anos em 2024, com a menor participação da importação. A relação entre reserva e produção é um importante indicador para a garantia de suprimento e sinalizador para investimentos em exploração e produção.
Granularidade do dado: anual

Produção Bruta de Gás Natural

Dados do Anuário Estatístico da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sobre a produção bruta de gás por tipo (se associado ou não ao petróleo), por localização (em terra ou em mar), por geologia (camada de Pós-sal ou Pré-sal) e estado da federação. Em 2024, cerca de 85% da produção está localizada no mar (offshore), 90% é associada ao petróleo e está no Pré-sal. O Rio de Janeiro responde por cerca de 75% da produção bruta de gás do país.
Granularidade do dado: anual

Produção por Concessionário e por Operador

Dados do Anuário Estatístico da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sobre a produção buta anual discriminada pela participação dos concessionários em cada bloco de produção e pela participação como operador do bloco. Como a Petrobras é a principal operadora dos blocos de produção, a sua participação como operadora alcança 90% da produção bruta total. Considerando a participação relativa nos consórcios, o market share da Petrobras na produção bruta se reduz para 65% em 2024. É possível selecionar a produção entre os anos de 2011 e 2024.
Granularidade do dado: anual

Reinjeção

Dados do Anuário Estatístico da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sobre as características da reinjeção de gás natural no Brasil. Cerca de 90% do volume de reinjeção se concentra na produção offshore, a qual registra níveis crescentes de reinjeção. Em 2023, cerca de 55% da produção bruta de gás em mar foi reinjetada, enquanto em terra o nível de reinjeção alcançou 32%.
Granularidade do dado: anual

Importação

Dados da ANP sobre volume total de gás natural importado e dispêndio financeiro mensais. O volume abrange todo o gás importando, incluindo Bolívia e as importações de Gás Natural Liquefeito (GNL) na forma gasosa. Os volumes de gás natural apresentados referem-se ao produto à temperatura de 20º C e pressão de 1 atm. A importação de gás teve início em julho/1999 e de GNL em novembro/2008. O preço médio é obtido pela razão entre volume e dispêndio mensal. Os valores financeiros são correntes (não ajustado para inflação) e denominado em FOB (free on board), ou seja, peço na origem sem inclusão de frete e seguro.
Granularidade do dado: mensal

Oferta Nacional de Gás Natural

Dados da ANP, reunidos pelo Boletim de Acompanhamento da Indústria do MME, sobre a composição da oferta nacional, incluindo oferta doméstica e importada da Bolívia e por cargas de GNL. A oferta nacional alcança cerca de 100 milhões m³/dia em períodos de maior demanda termelétrica. Em 2021, ano de crise hídrica, a importação de GNL alcançou cerca de 40 milhões m³/dia em outubro, representando 40% da oferta no mês.
Granularidade do dado: mensal

Demanda de Gás Natural

Dados de demanda de gás natural por classe de consumo (Industrial, Residencial, Comercial, etc.), segmentos de consumo sem demanda térmica (indústria química, cerâmica, alimentos, etc.) e por distribuidora, segregado entre demanda com e sem termelétricas. Valores absolutos e relativos (percentuais). A indústria respondeu por cerca de 60% da demanda total em 2024. Dentre a demanda não-termelétrica, o refino de petróleo respondeu por cerca de 25%, seguido pela indústria química (13%). A Comgas é a distribuidora com maior consumo no país, respondendo por 25% da demanda com termelétricas e cerca de 30% da demanda sem termelétricas em 2024.
Granularidade do dado: mensal para os dados do MME e anual para os dados do Balanço Energético Nacional (segmentos de consumo não-termelétrico)

Balanço Nacional de Gás Natural

Dados da ANP, reunidos pelo Boletim de Acompanhamento da Indústria do MME, sobre a composição da oferta – incluindo oferta doméstica e importada da Bolívia e por cargas de GNL – e demanda nacional – segregada entre demanda térmica e não-térmica. Nota-se que a geração termelétrica a gás natural em períodos de maior demanda é atendida sobretudo por GNL importado. O balanço de gás em 2024 ficou próximo a 65 milhões m³/dia, inferior aos anos de maior demanda termelétrica, quando alcança cerca de 100 milhões m³/dia.
Granularidade do dado: mensal

Biometano

Dados do Anuário Estatístico da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para capacidade de produção, a produção anual efetiva e o volume de matéria prima processado pelas plantas de biometano no país, as processam o biogás obtido de resíduos. A capacidade de produção alcançou em 2024 cerca de 1,4 milhões de m³/dia, embora a produção tenha atingido apenas cerca de 220 mil m³/dia. O Estado de São Paulo concentra maior capacidade, enquanto o Rio de Janeiro a maior produção.
Granularidade do dado: anual